25 de junho de 2021
 

Esta semana, com um conjunto de deputados de vários partidos, tive oportunidade de me encontrar com Sviatlana Tsihanouskaya, a reconhecida líder da oposição Bielorrussa. Preparada, ponderada e muito empenhada na difícil tarefa de transformar o país numa democracia, Tsihanouskaya deixou claro que os bielorrussos estão ativos, apesar das limitações a que estão sujeitos. Teremos brevemente notícias dessa "luta", ao mesmo tempo que devemos estar atentos à posição da Rússia que, finalmente, parece dar alguns sinais de distanciamento em relação à ditadura de Lukashenko. Esta é também a nossa luta.

Pedro Marques

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Habitação, a que nos falta. Foi este o tema do discurso de Nicolas Schmit esta semana em Lisboa. A par dos que vivem na rua, há os que vivem em muito más condições e esse é um fator de enorme desigualdade. Foi também assim que a Delegação Socialista assinalou a Cimeira Social do Porto, com uma visita ao projeto de inovação social "Porto Sentido" para a reinserção dos sem abrigo.

Maria Manuel Leitão Marques

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Os Socialistas e Democratas (S&D) convidaram o Primeiro-Ministro António Costa para participar numa reunião extraordinária do seu Grupo Parlamentar, em Bruxelas. A reunião fez o balanço da Presidência Portuguesa e foi marcada por rasgados elogios ao desempenho do Governo português, sobretudo pela aprovação dos primeiros planos de recuperação, pelo desbloquear da Conferência sobre o Futuro da Europa e pelo sucesso da Cimeira Social do Porto. Um dia grande para Portugal no Parlamento Europeu, que contou também com a presença em plenário do Secretário-Geral das Nações Unidas, o socialista António Guterres, que acaba de ser eleito para um novo mandato.

Pedro Silva Pereira

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Um grande discurso

António Guterres falou no plenário do Parlamento Europeu. Um grande discurso, como nos habituou, aplaudido por todo o hemiciclo. Falou dos problemas do mundo. Do impacto da pandemia, lembrando a diferença brutal da capacidade financeira dos países em socorrer as suas populações. A diferença também na capacidade de vacinação dos povos. E repetiu o que já lhe tínhamos ouvido dizer: só quando todos estiverem vacinados em todo o mundo, nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, poderemos conseguir controlar a pandemia.

Falou também dos refugiados e dos seus direitos à luz das regras internacionais; direitos muitas vezes não respeitados. Falou dos desafios do seu segundo mandato. Desafios que requerem uma colaboração estreita entre as Nações Unidas e a União Europeia. Colaboração que reconhece ter sido decisiva para o trabalho das Nações Unidas. Finalmente lembrou as responsabilidades do Parlamento Europeu como câmara democrática, dos parlamentos como instituições privilegiados de ligação entre a decisão politica e os cidadãos.

Margarida Marques

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O nosso maior desafio – que é, simultaneamente, a nossa maior oportunidade – é usar esta crise para virar a página para um mundo que aprende lições, promove uma recuperação justa, verde e sustentável através de uma internacionalização crescente e cooperação eficaz para a resolução de problemas globais”, disse António Guterres, após a sua reeleição como secretário-geral das Nações Unidas. A pandemia expôs desigualdades e a fragilidade global, precisamos de novas abordagens e de um novo rumo.

Sara Cerdas

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Em Estrasburgo teve lugar a reunião plenária inaugural da Conferência sobre o Futuro da Europa. Esta conferência reúne as três principais instituições da União Europeia e a sociedade civil num debate fundamental sobre o futuro que queremos para a parceria europeia. Arrancou na sede do Parlamento Europeu, numa casa da democracia, mas tem que saltar agora também para as praças, os cafés, as escolas e inundar o espaço público de debate. Só assim será possível gerar o impulso e o compromissos necessários para vencer os desafios com que a UE se confronta.

Carlos Zorrinho

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Assinalou-se esta semana o Dia Mundial do Refugiado. Num momento em que tantas pessoas continuam a ter de fugir das suas casas, em todo o mundo, é importante garantir que os países que as acolhem tenham as condições necessárias para o fazer. Este é um problema mundial, que atinge indiscriminadamente tanto países vizinhos da União Europeia como países em regiões distantes de África como o que acontece, por exemplo, em Moçambique ou na América Latina onde milhares de pessoas fogem da Venezuela e de outros países. É muito importante melhorar o Pacto para as Migrações e Asilo que se apresenta ineficaz para gerir as migrações na Europa, e ao mesmo tempo continuar a apoiar as diversas instituições que em todo o mundo ajudam os refugiados.

Isabel Santos

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Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis, Alêtheia Editores

Aproveitei as minhas viagens para Bruxelas para ler um dos grandes clássicos da literatura brasileira: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Trata-se de um romance profundamente inovador, que combina fina ironia, com mordaz crítica social. O livro foi inicialmente publicado em 1881 e impressiona pela sua atualidade e modernidade.

Manuel Pizarro

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