27 de novembro de 2020
 

Para quem se dedica à causa pública, existe uma vontade permanente de ter um impacto positivo na sociedade. Esta foi uma daquelas semanas em que senti fortemente que vale a pena. Nas negociações do Fundo de Transição Justa - em que represento o nosso grupo político, o S&D - contribuí para reforçar a ambição verde do fundo e assegurar que este tem um coração vermelho: acelerar a transição para a neutralidade climática, mas apoiar as pessoas e as comunidades para não deixar ninguém para trás.

Pedro Marques

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Depois de muito esperar, conhecemos esta semana o Data Governance Act. Aumentar a confiança na partilha de dados, reforçar os mecanismos para os disponibilizar e ultrapassar obstáculos técnicos na sua reutilização, são 3 dos principais objetivos desta proposta. Na área da saúde, por exemplo, permitirá desenvolver a medicina personalizada e ajudará a tratar doenças crónicas e raras.

Maria Manuel Leitão Marques

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Esta semana, no Parlamento Europeu, os socialistas votaram contra um relatório sobre a ajuda ao desenvolvimento porque o PPE (onde se incluem PSD e CDS) se aliou à extrema-direita para introduzir à última hora alterações que suprimem as críticas aos que condicionam a ajuda ao desenvolvimento dos países pobres às suas políticas de gestão das fronteiras e das migrações. Condicionar a ajuda ao desenvolvimento a uma lógica securitária no controlo da imigração é um erro e uma traição aos valores humanistas. Alguns democratas-cristãos deviam prestar mais atenção ao que diz o Papa Francisco.

Pedro Silva Pereira

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Política comercial europeia

Esta semana debatemos no plenário, por iniciativa do S&D uma questão dirigida à Comissão Europeia sobre a revisão da política comercial europeia. As suas limitações foram claras nesta crise pandémica. Ela deve ser progressista e ter uma capacidade prospetiva, que permita responder à incerteza e ao futuro. Que capacite a União Europeia a agir de forma sustentável.


As prioridades politicas da União têm de estar refletidas na politica comercial e, consequentemente, nos acordos comerciais. Do Green Deal aos direitos sociais ou à igualdade de género. As PME são estruturantes das economias europeias. E os acordos comerciais devem ter em conta esta realidade, de forma a capacitar as PME a deles beneficiarem. Mas não nos podemos ficar pelas intenções. Temos de prever mecanismos que facilitem e assegurem a sua realização. Por fim, esperamos que tenha chegado a oportunidade de retomar o diálogo transatlântico e aprofundar as relações comerciais com os Estados Unidos.

Margarida Marques

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"Uma em cada três mulheres na União Europeia já foi vítima de violência física ou sexual"

No dia 25 de novembro o nosso grupo político S&D assinalou o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, como forma de sensibilizar e despertar um sentido de urgência para sua erradicação. As estatísticas sobre a violência contra as mulheres demonstram que ainda há muito por fazer, muitas barreiras por quebrar, direitos a conquistar e a necessidade de medidas preventivas e punitivas.

Sara Cerdas

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Esta imagem de Rudy Giuliani, que se tornou viral, tem um duplo simbolismo. A tinta que o suor fez escorrer do seu cabelo é uma metáfora perfeita da campanha artificial e não fundamentada com que o advogado e político republicano tem tentado impedir a confirmação da escolha dos eleitores norte-americanos e dificultar uma transição pacífica da administração Trump para a administração Biden. Retrata também a decadência de homem que se tornou conhecido como mayor de Nova York e agora se radicalizou por um "punhado" de dólares.

Carlos Zorrinho

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Esta semana assinalou-se o dia internacional para a eliminação da violência contra as mulheres. Um problema que teima em persistir nas nossas sociedades e que conheceu um aumento significativo com a pandemia de Covid-19. Este tema foi retratado de forma marcante num vídeo feito pelo grupo dos Socialistas e Democratas no Parlamento Europeu que partilho convosco. Junto a minha voz ao apelo para que todos os Estados da União ratifiquem a Convenção de Istambul. Contudo, não basta a ação dos diferentes governos. Erradicar este flagelo é um dever de todos! O silêncio mata!

Isabel Santos
 

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D. Pedro IV, a História não Contada, Paulo Rezzutti, Casa das Letras

D. Pedro IV é uma personagem histórica fascinante. Promoveu a independência do Brasil, país de que foi o primeiro imperador, D. Pedro I. Alguns anos depois, abandonou tudo para regressar a Portugal e, em condições muito desfavoráveis, combater o absolutismo, personificado pelo seu irmão, D. Miguel, que tinha usurpado o trono que devia ser herdado pela filha de Pedro, a futura rainha D. Maria II. Dessa guerra civil saiu vencedor o liberalismo. D. Pedro morreu pouco depois do fim da guerra, com 35 anos de idade, mas, o seu papel na história de Portugal perdurou. No Porto, cidade em que viveu durante mais de um ano, durante o Cerco, e a quem doou o seu coração, foi e será sempre lembrado. Acho este gesto comovente e talvez seja a admiração que sempre tive por ele que me levou a ler este livro que recomendo.

Manuel Pizarro

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Para mais informações consulte a página dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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