15 de maio de 2020
 

Destaco o debate na reunião plenária sobre o novo Quadro Financeiro Plurianual e o Plano de Recuperação. Foi importante o compromisso assumido pela Presidente da Comissão e pelo Presidente do Conselho no sentido de um claro envolvimento do Parlamento. Ficou clara a necessidade de soluções solidárias e eficazes na resposta às necessidades dos cidadãos e dos diferentes setores económicos. Para isso é necessário um Orçamento Europeu robusto, com financiamento próprio e capaz de alicerçar uma política de coesão eficaz. Momentos excepcionais, como o que atravessamos, exigem uma maior ousadia e coragem de pensar para lá da conjuntura corrente, de forma a resolver a crise e alavancar o futuro.

Isabel Santos
 

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Anda bem a Comissão Europeia ao decidir investigar a grave decisão do Tribunal Constitucional alemão, que tenta condicionar as decisões do Banco Central Europeu em relação ao sistema financeiro. Nenhum parceiro europeu está acima dos tratados com que se compromete. Enalteço o contributo da Alemanha para o projeto europeu. Mas lamento a arrogância dos responsáveis por esta decisão, que representa uma cedência covarde a fantasmas do passado que todos desejamos enterrados.

Manuel Pizarro
 

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Esta semana o Grupo S&D votou para que as empresas e os cidadãos possam salvar empregos e criar prosperidade, sem que tal implique abandonar a ambição rumo a uma sociedade ambientalmente mais sustentável. Precisamos de um Pacote de Recuperação de pelo menos 2 biliões de euros, na forma de subvenções, não de empréstimos, para ajudar à recuperação da nossa economia, em particular as PMEs, à manutenção de postos de trabalho e ao mitigar dos efeitos da crise sobre os rendimentos dos trabalhadores. Precisamos também de um novo Orçamento que acompanhe as ambições de uma Europa apostada na implementação do Pacto Ecológico e da Agenda Digital. Este é o tempo da solidariedade se traduzir em atos concretos, já!

Isabel Estrada Carvalhais

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Reabertura e relançamento

As medidas de desconfinamento vão sendo gradualmente adotadas e procuramos retomar a vida com a normalidade possível, mantendo todos os cuidados para assegurar que a situação continua a evoluir de forma positiva. A crise de saúde pública iniciou uma abrupta quebra da atividade económica, com consequências sociais que já se começam a sentir.

Os governos europeus adotaram medidas para reduzir a severidade da crise e das suas consequências, mas a gravidade da situação requer uma resposta europeia conjunta e muito robusta. O Plano de Recuperação para a União Europeia que a Comissão está a preparar tem de ser muito ambicioso. Os europeus estão a ser uns heróis no combate ao vírus; as instituições europeias têm de mostrar agora solidariedade com os mais afetados.

Pedro Marques

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"The final word on EU law is always spoken in Luxembourg."

Ursula Von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia

Muitas vezes ouvimos falar no “primado do direito comunitário”, mas nunca o percebemos tão bem como nos últimos dias. Na União Europeia, em caso de dúvida ou conflito, quem decide é o Tribunal de Justiça (que tem sede no Luxemburgo) e não os tribunais nacionais, sejam eles constitucionais, supremos, alemães, franceses ou portugueses.

Maria Manuel Leitão Marques

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Apesar das restrições, o Parlamento Europeu não deixou de cumprir as funções políticas e legislativas, incluindo a aprovação das necessárias medidas de emergência em resposta à crise. O Bureau do Parlamento, a que pertenço como Vice-Presidente, com o assinalável empenho dos serviços, assegurou as soluções tecnológicas que permitiram a realização de reuniões por videoconferência com tradução simultânea em várias línguas e a votação eletrónica à distância, em condições de total segurança e fiabilidade democrática. O Parlamento, mais uma vez, reuniu esta semana, discutiu e votou o que tinha de votar e assinalou o 70º aniversário da Declaração Schuman. Um bom serviço prestado ao projeto europeu e à democracia.

Pedro Silva Pereira

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Nos 75 anos do fim da segunda Guerra Mundial, que se comemoraram no passado dia 8, António Guterres lembra que ainda “estamos a sofrer o impacto do conflito e a observar novos esforços para dividir as pessoas e espalhar o ódio”. E propõe: “vamos lembrar as lições de 1945 e trabalhar juntos para construir um futuro de paz, segurança e dignidade para todos”. O multilateralismo é um valor civilizacional; hoje mais do que nunca tem de ser lembrado.

Margarida Marques

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Factfulness, Hans Rosling, Círculo de Leitores

Uma leitura libertadora que destrói mitos através de factos e estatísticas. Um livro que melhora a nossa perspetiva do mundo, e que permite-nos compreender e responder melhor às crises e oportunidades do futuro. Numa altura em as noticias falsas estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia, não poderia ser mais atual. A opinião quer-se sempre baseada em evidência.
 

Sara Cerdas

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