03 de abril de 2020
 

Com especiais medidas de proteção, o plenário reuniu para discutir medidas de resposta à crise do Covid-19, que aprovámos por quase unanimidade. Na minha intervenção, sublinhei a necessidade de irmos mais longe: a Europa não pode repetir os erros do passado, os países não podem ser deixados sozinhos, a resposta tem de ser conjunta e coordenada. Responder à crise de saúde pública primeiro, mas proteger também os empregos e os rendimentos dos cidadãos.

Pedro Marques

 

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A iniciativa de investimento de resposta à crise do COVID19, bem como os procedimentos de aquisição conjunta de material médico e a criação de vias-verdes transnacionais para bens essenciais, foram bons primeiros passos por parte da Comissão Europeia no que diz respeito ao combate ao COVID19. Este é o início de um caminho que, esperamos, seja mais ambicioso e trilhado com solidariedade, apoiando os cidadãos e as empresas mais vulneráveis e fortalecendo o projeto europeu. Para a União Europeia esta é uma prova de vida de onde se espera possa sair reforçada, porque depois desta crise precisaremos ainda mais da UE do que antes dela.

Maria Manuel Leitão Marques

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O Grupo S&D apresentou um Plano de Ação para responder à crise do Covid-19 em que se propõe, entre outras medidas, a "imediata criação de coronabonds, garantidas por um programa de compras do BCE". Ao contrário do que pode parecer, a palavra-chave desta proposta não é "coronabonds" (pouco importa o nome do instrumento de mutualização da dívida que terá de ser emitida e financiada para responder à emergência e relançar a economia). A palavra-chave é "imediata". De há muito que os socialistas defendem os eurobonds como peça em falta na arquitetura do euro, bem evidente na crise de 2008-2009. Houve quem não quisesse ouvir. Agora que a crise bate outra vez à porta da Europa, está na altura da União Europeia fazer jus ao nome e responder de forma solidária. Solidária e imediata.

Pedro Silva Pereira

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Plano de Recuperação Económica e Social

Todos nós já o repetimos: a UE está confrontada com o maior desafio da sua história. Já vivemos desafios enormes, desde a chamada crise da cadeira vazia na década de 70, à crise financeira de 2008 e a económica e social que lhe sucederam, à crise do Brexit até à crise que vivemos hoje, a crise do COVID-19. A UE sempre conseguiu sair dessas crises. E normalmente reforçada. É isso que pretendemos também agora.

Não esquecemos que o combate imediato é salvar vidas, compensar a diminuição do rendimento das famílias e proteger o emprego. Mas precisamos de um Plano de Recuperação Económica e Social. Que não descuide quer a transição para o digital quer o clima. Que só se fará com vontade politica e com o recurso a todos os instrumentos de financiamento. Tradicionais como os fundos estruturais e novos como um mecanismo de mutualização de divida. Com a ação do Banco Central Europeu. Com a intervenção do Banco Europeu de Investimentos. É para isso que os socialistas estão a trabalhar.

Margarida Marques

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"Meus amigos, a História observa-nos. Vamos juntos fazer o que é correto, com um grande coração, não com 27 pequenos."

 

Foi assim que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, terminou o seu discurso no debate sobre a resposta coordenada europeia ao surto de COVID-19. Uma sessão plenária que deixou uma mensagem clara: defender e trabalhar por uma União Europeia forte, coesa e solidária.

Sara Cerdas

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Os portugueses têm enfrentado a pandemia com um sentido geral de grande responsabilidade, num quadro de forte coesão institucional. A visita do Primeiro Ministro ao Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEIIA) em Matosinhos, sublinha uma outra atitude notável: a ação dos múltiplos centros de investigação e empresas que se focaram no desenvolvimento e produção de instrumentos e produtos essenciais para vencer o desafio e salvar vidas.

Carlos Zorrinho

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Gostava de destacar a comunicação da Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, sobre as ações necessárias para prevenir a disseminação do COVID-19 dentro das prisões e locais de detenção. Sempre que possível, devem ser consideradas medidas excepcionais que permitam a libertação de detidos considerados entre os grupos de risco específicos, como idosos e pessoas com alta morbidade, infratores de baixo risco e indivíduos cuja a pena está a chegar ao fim e que não constituem uma ameaça à comunidade. Seria desumano não o fazer sendo que também estaríamos a colocar em risco acrescido todos quantos têm de estar nestes locais durante esta pandemia.

Isabel Santos

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Tudo no Seu Lugar, Oliver Sacks, Relógio d'Água

Um livro que a minha filha me ofereceu no aniversário. Trata-se de uma obra póstuma de um conceituado neurologista e escritor inglês que reúne um conjunto de textos que misturam memórias da infância e da juventude, histórias médicas, e contos sobre a ciência. Sacks, que é também autor, entre outros, de “Despertares”, de “Um Antropólogo em Marte” ou de “O Homem que Confundiu a Mulher com um Chapéu”, viveu a maior parte da sua vida nos Estados Unidos, onde faleceu em 2015, e tem sido acarinhado pela crítica pela forma como narra a história neurológica. Recomendo!

Manuel Pizarro

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