30 de abril de 2020
 

Esta semana foi marcada pela troca de pontos de vista com a Comissária Adina Vălean, durante a Comissão de Transportes e Turismo. Abordou-se o desenvolvimento de uma estratégia articulada com os Estados-Membros para o desconfinamento e a retoma da atividade. Alertámos a Comissária para a necessidade de criar um fundo específico para o turismo e transporte, no sentido de prevenir a falência das empresas e garantir a capacidade de auxilio ao setor, sem esquecer os compromissos assumidos no Pacto Ecológico Europeu.

Sara Cerdas

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A União Europeia é a potência continental que mais coopera com os países em vias de desenvolvimento e com maiores fragilidades. Num momento em que está ela própria perante o enorme impacto sanitário, económico e social da pandemia, a União Europeia voltou a dizer presente, compreendendo a dimensão planetária do fenómeno e assumindo os seus valores humanistas na geopolítica global. O primeiro passo foi a criação de uma equipa especializada de ação (Team Europa) dotada de um envelope financeiro de 20 mil milhões de euros.

Carlos Zorrinho

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O grupo S&D reforça o pedido de uma solução permanente para as operações de busca e salvamento no Mediterrâneo, bem como, uma revisão do sistema de asilo europeu com regras claras para a recolocação de migrantes e refugiados. Registo com agrado estar quase terminada a proposta para o novo pacto para as migrações. Espero que as preocupações manifestadas pelos socialistas estejam contempladas na proposta. Portugal será o terceiro país de 10 que receberá menores não acompanhados da Grécia. Espero que os Estados Membros possam também apoiar solidariamente as medidas de recolocação de migrantes e refugiados e as missões de busca e salvamento.

Isabel Santos

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A Saúde e a União Europeia

Em tempo de pandemia, este é um tema que ganha nova atualidade. As competências diretas da União Europeia (UE) em matéria de saúde são relativamente limitadas. A saúde é, no essencial, assunto reservado aos governos nacionais. Na maior parte das vezes a intervenção da UE faz-se invocando disposições dos tratados relativas ao mercado único. Esta pandemia mostra como isso é insuficiente.

Nos nossos dias, muitas doenças só podem ser vencidas com uma resposta articulada. Não faz sentido assistir a tanta desigualdade na Europa, estejamos a falar do diagnóstico e tratamento do cancro, da luta contra novas e velhas infeções, do combate contra as doenças raras, do diagnóstico precoce ou da vacinação. Lutarei para que, na sequência desta crise, a política de saúde seja mais valorizada nas instituições europeias. Só assim estaremos à altura dos desafios e daremos resposta às aspirações das pessoas.

Manuel Pizarro

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"Se as coisas começarem a correr mal temos de dar passo atrás".

António Costa, Primeiro-ministro

A frase vem lembrar-nos a importância de nos mantermos vigilantes e conscientes quanto ao impacto dos nossos comportamentos sobre a nossa saúde e a saúde de quem nos rodeia. Com o fim do confinamento e do estado de emergência, é crucial que o extraordinário sentido de responsabilidade coletiva que os portugueses demonstraram, continue ativo. Chegar até aqui custou muito e no entanto, ainda nada está ganho. Por isso não podemos de modo algum baixar a guarda! Vamos permanecer juntos na luta contra o COVID-19!

Isabel Estrada Carvalhais

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A foto do jornal inglês "The Guardian" regista o momento em que uma paciente com 100 anos é aplaudida por profissionais de saúde à saída do hospital, após ter sido tratada com sucesso à infeção por Covid-19. Um símbolo de esperança nestes tempos de medo, mas sinal também do enorme reconhecimento que nos merecem os que estão na linha da frente de combate à pandemia.

Pedro Marques

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José Andrés com palavras certeiras. Esta crise ensina-nos que o mundo, que parece grande, na verdade é bem pequeno. Temos todos de viver em função disso, sabendo que o bem-estar dos outros está intimamente ligado ao nosso.

Maria Manuel Leitão Marques

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O Euro, Joseph E. Stiglitz, Bertrand Editora

Enquanto se aguarda a proposta da Comissão Europeia de um novo fundo europeu para a recuperação da economia, vale a pena aproveitar estes dias de confinamento para revisitar o livro “O Euro”, escrito em 2016 pelo Prémio Nobel da Economia Joseph E. Stiglitz. Ali se explica porque é que é tão necessário corrigir a arquitetura do euro para que a União Económica e Monetária seja capaz de resistir solidariamente aos choques económicos e financeiros em vez de se tornar numa armadilha para os Estados-membros, sobretudo os mais vulneráveis, a ponto de ameaçar o futuro da Europa.

Pedro Silva Pereira

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Para mais informações consulte a página dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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