24 de abril de 2020
 

A atividade parlamentar desta semana foi centrada na preparação do Conselho Europeu de quem se espera uma contribuição importante para a construção da resposta europeia à crise. O Eurogrupo tomou medidas claras e pede um Fundo de Recuperação apoiado no Quadro Financeiro Plurianual 2021/2027. O Parlamento Europeu aprovou uma resolução pedindo um programa de recuperação económica e social que apoie os Estados para relançarem as economias e lidarem com perturbações nas contas públicas. Votou a criação de obrigações de recuperação que permitam alargar o apoio da União Europeia, com subvenções e não empréstimos, sem impacto nas dívidas dos países, garantida pelo orçamento da UE. O Conselho não pode ficar a olhar para o lado.

Margarida Marques

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A pandemia de coronavírus expõe um número crescente de mulheres e homens à violência doméstica, em resultado do isolamento e ao distanciamento social. A Comissão Europeia instou os países da União Europeia a atuarem contra, a encontrarem medidas especiais para apoiar e proteger as vítimas e as testemunhas. Mostrou uma resposta proactiva e sensível. Se por um lado continuamos na procura de soluções para mitigar os efeitos desta pandemia, é importante que a solidariedade continue a ser um exemplo a todos os níveis.

Sara Cerdas

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Os deputados do PS tomaram uma posição conjunta em relação ao Conselho Europeu divulgada no jornal Público. Essa posição, em que se destaca que a Europa precisa de mais visão, de mais ambição e de mais solidariedade e em que se insta o Conselho Europeu a dar um sinal claro de que compreendeu a gravidade do momento e que está decidido a fazer o que for preciso para corresponder às expectativas dos cidadãos, designadamente em seguir a resolução aprovada no Parlamento Europeu.

Carlos Zorrinho

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25 de Abril, sempre!

Há momentos em que faz sentido não fugir ao óbvio. Celebramos o 25 de Abril debaixo da dura prova de um estado de emergência ditado pela necessidade de conter o Covid-19. Uma prova que estamos a vencer com grande maturidade democrática. Por isso, - polémicas à parte - este é um dos momentos em que a celebração da democracia faz mais sentido. Sobretudo, se olharmos para o que está a acontecer em diferentes partes do mundo, mas também em alguns Estados-membros da União Europeia como a Hungria e a Polónia, onde as tendências autocráticas aproveitam a pandemia para aprofundar os seus projectos políticos.

Este ano não poderemos sair às ruas como era habitual fazermos, mas usemos as nossas janelas e varandas, cantemos a Grândola e o Hino Nacional e homenageemos desse modo aqueles que com a sua luta nos permitiram viver em democracia e aqueles que noutros países lutam para a conquistar ou para a proteger. 25 de Abril, sempre!

Isabel Santos

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"Neste momento está claramente em causa a sobrevivência e o futuro da União Europeia."

António Costa, Primeiro-ministro em entrevista ao Expresso

É isto mesmo. Se a União Europeia não for capaz de uma resposta humanitária, decidida e solidária a uma crise como esta, perderá a confiança de muitos milhões de pessoas. Assistiremos ao crescimento dos populismos nacionalistas e o projeto europeu, de paz, de progresso e de justiça social estará em causa. Por isso não podemos deixar de fazer ouvir a nossa voz, lutando por uma resposta de acordo com os valores que defendemos.

Manuel Pizarro

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Esta foto capta um magnífico arco-íris que se formou em Braga. Não sendo um fenómeno raro nesta cidade, é sempre encantador. Mas desta vez, assumiu um sentido de particular força e emoção. Símbolo da esperança no contexto da atual pandemia, o arco-íris surgiu como que abraçando o Hospital de Braga, e com ele, toda a velha cidade dos arcebispos, como que a afiançar que, sim, vamos todos ficar bem! Espero que todo o pessoal de saúde e doentes tenham sentido a magia deste arco-íris e possam em breve voltar às suas casas.

Isabel Estrada Carvalhais

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The Economist analisou as razões pelas quais os EUA estão a ser tão afetados pelo Covid-19 e o número de vítimas mortais é tão alto. Além das orientações erráticas do seu Presidente, existem causas estruturais: a falta de coordenação entre o Governo Federal e os diferentes Estados e a ausência de um sistema de saúde público universal. Uma interessante análise que reforça a perspetiva de que a União Europeia precisa de mais coordenação, mais investimento e mais solidariedade.

Pedro Marques

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Rio de Sangue, Tim Butcher, 11 X 17

Quando estamos fechados, a literatura de viagens torna-se ainda mais apetitosa. Em Rio de Sangue, Tim Butcher desce sozinho o rio Congo, repetindo a viagem que Stanley tinha feito no século XIX. O relato é preocupante porque a descrição da maioria dos lugares, meios de comunicação e recursos coincide com a do seu antecessor, escrita mais de um século antes. Um livro apaixonante que nos fez pensar sobre África. (O autor escreveu a seguir a Caça ao Diabo onde repete a viagem Graham Greene à Libéria e Serra Leoa.)

Maria Manuel Leitão Marques

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Para mais informações consulte a página dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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