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Nesta edição:

  • Francisco Assis recebe ministro dos Negócios Estrangeiros do Paraguai, reúne-se com legisladores de Buenos Aires e está atento à situação dos portugueses na Venezuela.
  • Maria João Rodrigues: Socialistas querem orçamentos da zona euro ao serviço das necessidades reais do cidadão.
  • Ana Gomes e os atentados de Paris, participa em conferência sobre defesa, organiza debate sobre Guantánamo e apoia discussão sobre política de desenvolvimento.
  • Mar: Para Ricardo Serrão Santos “Sociedade Azul” é um imperativo.
  • Pedro Silva Pereira promove encontro sobre as negociações comerciais UE-Japão no setor ferroviário.
  • Carlos Zorrinho convida delegação de Reguengos de Monsaraz a visitar o Parlamento Europeu, participa na apresentação do guia prático para as PME's e intervém 2015 Science Business Annual Summit.
  • Elisa Ferreira: Práticas fiscais agressivas e politicamente inaceitáveis das grandes multinacionais têm de mudar!
  • Liliana Rodrigues nas Jornadas de Educação da Covilhã e em encontro da UGT.

 

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Francisco Assis recebe ministro dos Negócios Estrangeiros do Paraguai, reúne-se com legisladores de Buenos Aires e está atento à situação dos portugueses na Venezuela
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Na qualidade de presidente da delegação do Parlamento Europeu para as Relações com os Países do Mercosul, Francisco Assis recebeu em Bruxelas o ministro dos Negócios Estrangeiros da República do Paraguai, o chanceler Eladio Loizaga, com o objetivo de discutir o acordo de associação entre a União Europeia e o Mercosul. O Paraguai assegura até ao final do ano a presidência do Mercosul numa fase em que as negociações do acordo, há muito adiado, de livre-comércio com a UE conheceram desenvolvimentos de grande importância, considerando por isso o chanceler Eladio Loizaga que o presente momento reclama de ambos os blocos um empenho acrescido, tendo nesse sentido agendado também reuniões com a vice-presidente/alta-representante, Federica Mogherini, e com a comissária europeia responsável pelo comércio, Cecilia Malmström.

O ministro dos Negócios Estrangeiros paraguaio, que veio acompanhado pelo vice-ministro para as Relações Económicas e a Integração e pelo embaixador do Paraguai na UE, fez saber que o seu país tem uma enorme vontade de consumar o acordo e que tem estado na primeira linha dos esforços diplomáticos junto dos Estados-membros do Mercosul mais renitentes, dando a entender que foram esses esforços que permitiram chegar à oferta de 87% de acesso ao mercado apresentada pelo bloco sul-americano.

Francisco Assis reconheceu e saudou o papel do Paraguai - bem como do Uruguai - nos avanços negociais alcançados. O eurodeputado socialista fez notar, porém, que subsiste uma assimetria importante entre essa oferta e a oferta da UE, que rondará os 92%, e que um aumento da oferta do Mercosul, mesmo que discreto, poderia ter um efeito muito positivo e precipitar a conclusão do acordo. O vice-ministro e responsável técnico pelas negociações pela parte dos sul-americanos, Rigoberto Gauto, afirmou que o Mercosul está a dar genuína preferência à União Europeia em detrimento da China ou dos EUA, com quem o bloco também ambiciona celebrar acordos de livre-comércio.

O vice-ministro disse igualmente que o Mercosul deposita grandes esperanças no resultado das eleições presidenciais argentinas de 22 de novembro uma vez que quer Daniel Scioli quer Mauricio Macri são favoráveis à celebração do acordo e a uma maior liberalização da economia da Argentina, o país do bloco que mais reservas e receios tem mostrado quanto ao acordo de associação. No final da reunião, o chanceler Eladio Loizaga manifestou a vontade do Paraguai em aprofundar a cooperação com a UE, em abrir a economia da América do Sul e adaptá-la à globalização. Francisco Assis manifestou o seu apreço pelos esforços do Paraguai nesse sentido e elogiou o país sul-americano pelos enormes avanços conseguidos nos últimos anos na redução da pobreza e no incremento do Estado Social.

O presidente da delegação para as Relações com o Mercosul fez também saber que fará tudo o que estiver ao seu alcance para apoiar e incentivar a consumação do acordo UE-Mercosul porque "a UE precisa de novos aliados no mundo e a América do Sul, pelos seus laços históricos e culturais com a Europa, é um aliado por direito próprio".

 

Francisco Assis com legisladores de Buenos Aires

Francisco Assis reuniu-se em Bruxelas com uma delegação do executivo da cidade de Buenos Aires, bem como da Provedoria local e da Assembleia local, acompanhada por diplomatas da Missão da Argentina na União Europeia.

Os membros da delegação representavam diversas tendências partidárias e repartiam-se entre apoiantes de Mauricio Macri e Daniel Scioli para a presidência da República da Argentina, a ser decidida nas eleições gerais do próximo dia 22.

A troca de impressões e pontos de vista foi por isso particularmente animada e abordou diversas temáticas, desde a organização do poder local às relações entre Portugal e a Argentina, com especial enfoque nas questões do Mercosul, de cuja delegação do Parlamento Europeu é presidente Francisco Assis.

Os legisladores argentinos transmitiram os seus pontos de vista sobre o atual cenário político, social e económico da Argentina, sobre o futuro do seu país no contexto da América Latina e da geopolítica global e sobre a importância do Acordo de Associação UE-Mercosul.

 

Francisco Assis e a situação dos portugueses na Venezuela

Francisco Assis organizou no Parlamento Europeu um encontro de trabalho com a embaixadora da Venezuela em Bruxelas, Claudia Salerno Caldera, com o objetivo de se informar sobre a situação política e social deste país e sobre os anseios e expectativas da grande comunidade de Portugueses nele residente, agora que se aproxima a data das eleições parlamentares, marcadas para o dia 6 de dezembro.

Enquanto presidente da delegação para as Relações entre a União Europeia e o Mercosul, bloco regional sul-americano do qual a Venezuela faz parte, Francisco Assis fez questão de reafirmar a vontade de colaborar com o Governo Venezuelano, não só no âmbito das relações institucionais do Parlamento Europeu com este país mas também no sentido de procurar fortalecer as ligações do Mercosul com a União Europeia.

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Maria João Rodrigues: Socialistas querem orçamentos da zona euro ao serviço das necessidades reais do cidadão
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O Grupo Socialista no Parlamento Europeu (S&D) instou a Comissão Europeia a "mostrar mais coragem e ambição" no que toca ao uso da flexibilidade do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) quando, na próxima semana, apresentar as prioridades das políticas económicas para 2016. Os socialistas acreditam que só assim será possível dar resposta à necessidade de investimento para acelerar a recuperação económica, responder aos últimos acontecimentos relacionados com segurança e defesa e com própria crise de refugiados. O Grupo S&D acredita que "a Comissão, quando analisar a situação orçamental dos Estados-membros para 2016, deve ser mais sensível aos desafios urgentes, com consequências profundas para a segurança e prosperidade do cidadão europeu", lê-se em comunicado difundido esta semana. As primeiras informações tornadas públicas pela Comissão sobre as prioridades económicas para o próximo ano levantam preocupações entre os socialistas por considerarem "não serem suficientes para dar uma resposta credível às crises urgentes e sem precedentes que a Europa enfrenta".

Segundo Maria João Rodrigues, vice-presidente socialista a cargo das pastas da economia, emprego e assuntos sociais, "a Europa não pode continuar a ignorar as necessidades e anseios do cidadão europeu, a única maneira de tornar a economia europeia num espaço de prosperidade é através do estímulo ao investimento público e da promoção da procura interna". Para a eurodeputada "parece óbvio que a solução passa por mais e melhor investimento em setores chave, como é o caso da transição energética, educação, segurança e integração social, também para dar resposta à crise dos refugiados. Não podemos continuar a confiar a recuperação da UE a fatores conjunturais, como é o caso dos baixos preços do petróleo, nem às exportações quando o Euro está enfraquecido", explicou.

Os socialistas esperam que, na próxima semana, a Comissão Europeia apresente uma "visão realista e fortalecida para a zona euro, encorajando os Estados-membros a criarem condições propícias ao investimento", pois acreditam que "a médio-longo prazo a UE vai ter um retorno económico e social relevante, possibilitando ainda aos países reduzir mais eficazmente a sua dívida e crescer mais rapidamente". "Para que isso seja possível, a flexibilidade do Pacto de Estabilidade e Crescimento deve ser usada na sua totalidade", defendeu a eurodeputada socialista.

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Ana Gomes e os atentados de Paris, participa em conferência sobre defesa, organiza debate sobre Guantánamo e apoia discussão sobre política de desenvolvimento
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Em debates nas comissões parlamentares para as Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos (LIBE) e Assuntos Externos (AFET), com altos responsáveis da União Europeia da segurança externa e interna, incluindo a alta representante Federica Mogherini, o diretor-geral da Segurança Interna e o diretor-geral da Europol, Ana Gomes discutiu as implicações do falhanço em evitar os últimos ataques terroristas de 13 de novembro em Paris, tanto no plano das medidas de segurança interna como no quadro da política externa da União, relativamente ao combate ao IS/Daesh na Síria, Iraque e Líbia.  

 

Conferência promovida pela Agência Europeia de Defesa

Ana Gomes participou na Conferência Anual da Agência Europeia de Defesa, num painel sobre novas oportunidades de investigação e potencial impacto para as indústrias da defesa europeia. A eurodeputada socialista observou: "Os hediondos ataques de Paris demonstram que é urgente a Europa da Segurança e da Defesa funcionar, fazendo sinergias entre as vertentes externa e interna, e civil e militar. Mas sem investimento em capacidades e em interoperabilidade, não há defesa nem segurança. As políticas de austeridade que têm prevalecido na União Europeia levaram a um perigoso desinvestimento em recursos humanos, capacidades, investigação e desenvolvimento nos domínios da segurança e defesa europeias. O Conselho Europeu só se tem entretido com "lip service" (palavreado).

 

A ausência de Direitos em Guantánamo

Ana Gomes organizou um debate sobre "A ausência de Direitos em Guantánamo: Mustafa al-Hawsawi, vítima de tortura da CIA". Detido há 13 anos e vítima de tortura no Afeganistão e na Lituânia, e continuando sem assistência médica adequada, o saudita Mustafa al-Hawsawi enfrenta um processo envolto em secretismo e arbitrariedade perante uma comissão militar americana na Baía de Guantánamo que pode levar à pena de morte. Nesta audição no Parlamento Europeu em Bruxelas, tomaram a palavra os seus advogados americanos, militares e civis, bem como representantes da organização não governamental REDRESS, que ajuda sobreviventes de tortura a obter justiça. A eurodeputada socialista considerou "intolerável que Guantánamo ainda esteja operacional e a violar os mais básicos Direitos Humanos, perante o silêncio cúmplice de Estados-membros da União Europeia, alguns corresponsáveis pela tortura. Está mais do que na hora de pormos em prática os nossos valores - americanos e europeus - e de assegurarmos a Mustafa al-Hawsawi e outras vítimas de tortura alguma justiça e algum tipo de reparação, já que reparação total é impossível".

 

Debate sobre política de desenvolvimento

Ana Gomes co-patrocinou também a discussão no Parlamento Europeu sobre política de desenvolvimento em parceria com a Rede Parlamentar do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), onde foram apresentados dois novos relatórios destas instituições analisando a pobreza e a desigualdade na África subsariana.

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Mar: Para Ricardo Serrão Santos “Sociedade Azul” é um imperativo
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Em vésperas da Cimeira do Clima (COP21), que se realiza em Paris no final deste mês, Ricardo Serrão Santos foi anfitrião, no Parlamento Europeu em Bruxelas, de uma conferência denominada “Sea for Society”. Neste evento juntaram-se duzentas personalidades e associações europeias ligadas ao mar que propuseram um vasto conjunto de ações práticas capazes de alcançar uma “Sociedade Azul”.

Na intervenção de abertura Serrão Santos distinguiu “Sociedade Azul” de “Crescimento Azul”, “tenho viajado pela europa e a maior preocupação dos líderes políticos das regiões costeiras está relacionada com o crescimento azul, mas excluem a importância ecológica dos oceanos. Os líderes eleitos estão, basicamente, focados em encontrar fundos  para investir em crescimento azul de forma a ter retorno num curto período de tempo, o período entre eleições”. 

Para o eurodeputado socialista há uma margem de crescimento para o emprego gerado pelas atividades marítimas referindo que “estimativas europeias recentes demonstraram que as atividades marítimas são, atualmente, responsáveis por cerca e 4,5 milhões de empregos sendo expetável que este número aumente em cerca de 1,5 Milhões até 2020”.

Ricardo Serrão Santos afirmou que “estas estimativas demonstram o significado do desenvolvimento do crescimento azul, mas também o impacto deste crescimento para o ambiente marinho. A este propósito recordou que em 500 anos a população do planeta cresceu 14 vezes, mas o consumo cresceu 250 tendo o consumo de energia/calorias crescido 150 vezes”. 

Em conclusão, o eurodeputado e cientista marinho, disse ser “imperativo balancear benefícios económicos com o ambiente e a proteção dos ecossistemas, o bem estar humano e a salvaguarda da biodiversidade”.

A conferência contou com a participação de uma comitiva nacional constituída por operadores marítimo - turísticos, associações de defesa ambiental, administração pública e jornalistas.

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Pedro Silva Pereira promove encontro sobre as negociações comerciais UE-Japão no setor ferroviário
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Pedro Silva Pereira, relator do Parlamento Europeu (PE) para o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Japão, promoveu, um encontro sobre as negociações comerciais com o Japão na área ferroviária. Na abertura desta iniciativa, o eurodeputado socialista sublinhou a importância do setor ferroviário no sucesso destas negociações e declarou que o objetivo do evento era fomentar o diálogo entre a UE e o Japão, bem como entender as expectativas dos stakeholders europeus e japoneses em relação ao futuro acordo.

O debate, que decorreu no PE em Bruxelas, contou com a participação do negociador principal da UE para o acordo comercial com o Japão, Mauro Petriccione, do embaixador do Japão junto da UE, Keiichi Katakami, bem como de muitos stakeholders do setor, como a União das Indústrias Ferroviárias Europeias (UNIFE), a Comunidade dos Caminhos de Ferro Europeus (CER), o operador de caminhos de ferro Deutsche Bahn, a Alstom, fabricante de equipamentos ferroviários, e a JR East, operador ferroviário japonês.

As discussões centraram-se na necessidade de o Japão passar a garantir o acesso efetivo das empresas europeias do setor ferroviário ao mercado japonês que tem sido prejudicado pela aplicação da denominada cláusula de segurança operacional (OSC) no acordo sobre contratos públicos da Organização Mundial do Comércio. A invocação desta cláusula tem permitido ao Japão rejeitar equipamento ferroviário europeu, alegando que o mesmo não está conforme as normas nacionais de segurança, apesar de os equipamentos europeus cumprirem requisitos de segurança semelhantes aos japoneses. Apesar de serem notórios os progressos entretanto realizados nas negociações com o Japão a UE pretende ainda garantir de forma inequívoca a não aplicação da cláusula OSC aos fabricantes europeus e o estabelecimento de regras justas, transparentes e não discriminatórias dos contratos públicos japoneses, incluindo nos transportes ferroviários.

Apesar destas dificuldades negociais, Pedro Silva Pereira salientou que o acordo comercial com o Japão é uma prioridade estratégica da UE e alertou que as negociações UE-Japão não podem esperar pela ratificação da Parceria Transpacífica (TPP), um acordo comercial estabelecido entre os Estados Unidos, Japão e dez outros países da região do Pacífico. Para Pedro Silva Pereira as propostas negociais do Japão não se podem basear no que foi acordado na TPP, devendo o acordo UE-Japão ser mais ambicioso nomeadamente nos setores, automóvel, agrícola e dos contratos públicos.

O deputado socialista considerou que há ainda muito trabalho pela frente antes da conclusão de um acordo ambicioso e equilibrado em todos os setores e exigiu avanços em várias questões cruciais para a UE, a saber: o acesso ao mercado japonês, a eliminação das medidas não pautais, a proteção das indicações geográficas, a maior abertura do mercado dos contratos públicos japonês e o capítulo sobre desenvolvimento sustentável.

De notar que a 14a ronda de negociações tem lugar na semana de 30 de novembro e que foi recentemente publicada uma avaliação de impacto da sustentabilidade do futuro acordo pela London School of Economics. O estudo considera que os ganhos económicos deste acordo serão da mesma grandeza que os estimados para a Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP) e que estes benefícios económicos não serão criados à custa da dimensão social.

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Carlos Zorrinho convida delegação de Reguengos de Monsaraz a visitar o Parlamento Europeu, participa na apresentação do guia prático para as PME's e intervém 2015 Science Business Annual Summit
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No âmbito da distinção de Reguengos de Monsaraz como Cidade Europeia do Vinho 2015, Carlos Zorrinho convidou uma delegação a deslocar-se ao Parlamento Europeu em Bruxelas. A comitiva integrou o executivo da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, produtores do concelho, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo e os representantes máximos da RECEVIN, AMPV, Città del Vino, Aenotur, Iter Vitis e a Retcork. Dar a conhecer a importância estratégica da vitivinicultura no panorama das economias locais, regionais e nacionais foi um dos principais objetivos desta iniciativa.

 

Guia Prático para as PME apresentado a empresários em Lisboa

Perante uma vasta plateia de empresários, Luís Russo dos Santos apresentou no Centro de Congressos de Lisboa, o "Guia Prático para as PME's: Acesso ao financiamento europeu", fruto do trabalho desenvolvido ao longo do estágio que efetuou no gabinete de Carlos Zorrinho, no Parlamento Europeu. Trata-se de uma obra editada em suporte eletrónico que reúne informação substantiva sobre o acesso aos financiamentos e subvenções europeus, em particular sobre os três grandes pilares da União Europeia para a inovação e o empreendedorismo (Horizonte 2020, COSME e os instrumentos financeiros de acesso ao crédito). Esta edição resulta da combinação de boas vontades entre a Fundação AIP, a CIP-Confederação Empresarial de Portugal e o eurodeputado Carlos Zorrinho.

 

Carlos Zorrinho intervém na 2015 Science Business Annual Summit

"Como pode o I&D contribuir para estratégias bem sucedidas de crescimento sustentável" foi o ponto desenvolvido por Carlos Zorrinho na 2015 Science Business Annual Summit que está a decorrer em Barcelona. Fundada em 2004 por jornalistas especializados na área da ciência e tecnologias, a Science Business é uma empresa de comunicação especializada na investigação e inovação europeia que se dedica a ajudar a Europa a inovar, promovendo a tomada de decisões nos mundos da investigação, indústria e políticas através de novas estratégias, ideias e contactos de sucesso.

 

Agenda

27 de Novembro - Ilhavo - Hotel MonteBelo/Vista Alegre - 13h00 - Carlos Zorrinho participa nas Jornadas Técnicas de Cerâmica’15 onde abordará a temática da inovação na indústria.

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Elisa Ferreira: Práticas fiscais agressivas e politicamente inaceitáveis das grandes multinacionais têm de mudar!
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Elisa Ferreira questionou várias das maiores multinacionais do mundo sobre as suas estratégias fiscais, frisando que é preciso alterar a atual cultura em que são os cidadãos e as pequenas e médias empresas que assumem o essencial da responsabilidade da carga fiscal que alimenta os orçamentos nacionais.

"Quando os cidadãos estão tão penalizados com cargas fiscais elevadas, a melhor publicidade para as multinacionais não seria 'nós pagamos os nossos impostos'"? interrogou-se a eurodeputada no final de uma audição da comissão especial do Parlamento Europeu (PE) sobre práticas fiscais agressivas (TAXE) com onze grandes empresas: Amazon, Google, Facebook, McDonald's, Coca-Cola, Ikea, Walt Disney, HSBC Bank, Barclays, Philip Morris International e Anheuser-Busch InBev.

"Os cidadãos ficariam muito satisfeitos se as grandes multinacionais os ajudassem a pagar as despesas dos orçamentos de Estado. É altura de estas empresas mudarem o discurso e, em vez de gastarem dinheiro em publicidade, desenvolverem uma publicidade de transparência e de responsabilidade corporativa relativamente aos cidadãos", defendeu.

Depois de vários meses de convites repetidos, estas onze multinacionais aceitaram finalmente debater as suas estratégias fiscais com os membros da comissão TAXE que tiveram de organizar uma reunião extraordinária para o efeito já depois de o relatório TAXE, de que Elisa Ferreira é coautora, ter sido votado na respetiva Comissão Especial, e pouco antes da votação final no plenário do PE a 25 de novembro. Para esta mudança de posição contou certamente a ameaça do PE de vedar o acesso destas empresas às suas instalações enquanto mantivessem a sua atitude de não colaboração.

"Todas as empresas (presentes) disseram que pagam impostos onde criam rendimento, o que é incompatível com a sua presença em paraísos fiscais com uma reduzida substância económica. Esta contradição não foi explicada", lamentou Elisa Ferreira, sublinhando que "há uma quantidade substancial de rendimento coletável em determinadas estruturas, como as Bermudas ou as ilhas Caimão, que não paga imposto em lado nenhum, o que cria um grande problema em termos de partilha equilibrada da carga fiscal". "Como é que se explica que os lucros de uma empresa como o Facebook - que conta com 14 filiais e 1700 postos de trabalho na Europa - geram um imposto anual de pouco mais de 4 mil libras no Reino Unido?", interrogou-se.

Elisa Ferreira notou apesar de tudo que "há uma perceção nestas empresas de que as atuais práticas fiscais agressivas e politicamente insustentáveis têm de mudar". As empresas mostraram por exemplo abertura relativamente à instituição de uma base consolidada comum em toda a UE para o cálculo da base tributável do imposto sobre os lucros (CCCTB). Em contrapartida, o reporte dos lucros realizados e dos impostos pagos em cada país teve um apoio mitigado, notou. "As empresas levantam questões sobre o possível carácter público desta informação, o que não se percebe porque esta obrigação já existe para a banca sem qualquer problema. Não pedimos que tudo seja público, apenas as informações essenciais", frisou.

Os deputados também confirmaram "a necessidade de instituir uma definição comum europeia de paraísos fiscais e estabelecer a partir daí uma política comum que evite estes buracos negros no paradigma da fiscalidade internacional", afirmou Elisa Ferreira. "E confirmámos, enfim, que precisamos absolutamente de continuar a legislar, porque o desafio que nos foi lançado pela Google foi "façam a legislação e nós cumprimos", notou, frisando que "o trabalho da TAXE vai continuar".

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Liliana Rodrigues nas Jornadas de Educação da Covilhã e em encontro da UGT
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Liliana Rodrigues participou na primeira edição das Jornadas de Educação Para o Desenvolvimento - Práticas de Sensibilização, Influências e Decisões Políticas, que decorreu na Covilhã e contou com a presença de Vítor Pereira, presidente socialista da Câmara Municipal, Augusto Santos Silva, professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e investigadores e professores universitários. Sendo a educação o tema central das jornadas, as comunicações e debates abordaram questões como a "educação ao serviço das comunidades", o "papel da Universidade da Beira Interior na educação e promoção do desenvolvimento", a municipalização da educação", a "formação de professores" ou a "influência política na educação".

A intervenção de Liliana Rodrigues centrou-se nos "modelos de educação profissional", tendo salientado que “o Estado não se pode demitir da formação profissional e que, de uma maneira ou de outra, a diversificação de modelos tem servido para categorizar alunos, professores, programas, currículos e escolas, o que demonstra a falsa neutralidade do currículo”, acrescentando a deputada socialista que “quando se pretende hoje desenvolver o espírito empresarial logo no primeiro ciclo em detrimento do espírito crítico, isso mais não é do que a tentativa de legitimar uma orientação ideológica veiculada pelo próprio Estado e com ela todo um modo de viver e uma visão do mundo. A escola é um lugar onde não apenas se certificam conhecimentos, mas se vincam posições de classe. A escola é um veículo de reprodução social. Daí a necessidade de definirmos, de uma vez por todas, o modelo educativo que mais serve as pessoas e o país, evitando o imediatismo imposto por modas ou lógicas mais ou menos ultraliberais”.

 

Liliana Rodrigues em iniciativa da UGT

Esta sexta-feira, Liliana Rodrigues participou no debate sobre Políticas de Educação dirigidas ao Mercado de Trabalho juntamente com José Luís Oliveira, vice-presidente do Conselho Geral da CIP, António Costa da Silva, da comissão diretiva do Programa Operacional do Alentejo e José Manuel Fernandes, eurodeputado. O início dos trabalhos ficou a cargo de Carlos Silva, secretário-geral da UGT.

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