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03 Out
Europa deve liderar a indústria automóvel do futuro

Europa deve liderar a indústria automóvel do futuro

Se a indústria europeia não se adaptar aos novos desafios ambientais “pode sobreviver no curto prazo, mas estará condenada”, advertiu Carlos Zorrinho, para sugerir que a União Europeia deve “aproveitar o momento para liderar a transição para os novos modelos industriais e para dar resposta aos novos sistemas de mobilidade”, podendo desta forma “assegurar a sua sobrevivência e competitividade a longo prazo, criando riqueza, emprego e melhores condições ambientais”.

 

Ao usar da palavra na sessão plenária de Estrasburgo no ponto da ordem de trabalhos sobre “normas de desempenho em matéria de emissões dos automóveis novos de passageiros e comerciais ligeiros”, o deputado frisou que “algo tem que ser feito para tornar possível cumprir o objetivo de neutralidade carbónica em 2050 e para melhorar desde já a qualidade de vida dos cidadãos”, tanto mais que “a descida recente das emissões automóveis no planeta foi interrompida em 2017”.

 

De acordo com Carlos Zorrinho, não só “a forma como as instituições europeias, os governos nacionais e a indústria automóvel conseguirem lidar com o desafio das emissões será um barómetro da sua capacidade para assumir a liderança tecnológica e económica num sector que os nossos competidores nos disputam arduamente”, como também “a indústria europeia tem que ser uma aliada da transição energética se quiser ser globalmente competitiva”.

 

“Não é sensato contrapor as metas ambientais à competitividade da indústria e à sua capacidade de manter e criar postos de trabalho sustentáveis”, salientou o deputado, para quem a aposta deve ser feita na “inovação e requalificação para ganhar o futuro criando riqueza e emprego”.

 
 
 

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