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06 Abr
Carlos Zorrinho saúda a abolição do roaming, mas não quer que sejam os que não viajam a pagar para os que viajam

Carlos Zorrinho saúda a abolição do roaming, mas não quer que sejam os que não viajam a pagar para os que viajam

Ao intervir no plenário de Estrasburgo no ponto da ordem de trabalhos sobre a abolição do roaming na União Europeia, Carlos Zorrinho defendeu duas questões “fundamentais” para que a utilização das redes seja “justa e eficaz”.

 

Em primeiro lugar,  para o deputado, “os reguladores nacionais, tendo por base a norma que permite aos operadores recuperar prejuízos demonstrados em resultado da medida, não podem permitir que estes imputem aos cidadãos que não viajam, custos que resultam da resposta à procura dos cidadãos deslocados”.

 

Em segundo lugar, “os sistemas europeus de incentivo ao investimento em redes digitais devem dar prioridade aos territórios que terão de aumentar a sua capacidade de resposta face á procura sazonal”

 

Na base do debate esteve o relatório Miapetra Kumpula-Natri, em cujo texto final foram incorporadas várias propostas subscritas por Carlos Zorrinho com o propósito de serem assegurados os dois pressupostos referidos. 

 

Conforme recordou o deputado na sua intervenção, “a partir do dia 15 de Junho os cidadãos europeus poderão aceder a dados, voz e texto sem pagamento de taxas de roaming, desde que o seu consumo esteja de acordo com os padrões normais.”

 

Portanto, acederão assim, em qualquer ponto da União Europeia, aos serviços de telecomunicações como se estivessem em casa. “Este é um passo determinante para a criação do mercado único digital”, sublinhou Carlos Zorrinho.

 
 
 

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